quinta-feira, 31 de julho de 2008

O QUE É AQUILO?! UM BISONTE ALMISCARADO?


Ontem o mundo parecia estar a caminho da paz e do reaparecimento dos unicórnios. Mas hoje, depois de ver esta fotografia, não sei até que ponto não foi apenas uma estratégia dos marcianos para nos distrair. Acredito que se iniciou a invasão e estão a aparecer os primeiros sinais do apocalipse. Nesta fotografia está a Kim Kardashian, ex-amiga de Paris Hilton, e estrela do realityshow no E! Entertainment “Keeping up with the Kardashians”.

Desculpem lá, mas o que é aquilo na parte de baixo das costas?! Uma verruga sob efeito de esteróides? O Monte Fuji na horizontal? Dois castores siameses obesos?

Alguém já tinha visto algo assim?!... Ok... Sem ser em lobisomens? Não, lobismulheres também não conta. Como?! Elas têm cauda? Já não percebo nada disto. Ando aqui a tentar fazer jornalismo sério e estão sempre a trocar-me as voltas? Afinal de contas uma lobismulher tem nádegas ou cauda? E a cauda pode descair com o tempo? E se descair é possível fazer um lifting? Mas porque é que estou a falar sobre lobismulheres? Ah já me lembro... Estava a dizer que me tinha apaixonado por um lobo e não sabia se era aprovado pela igreja. Não era isso? Não? Ainda estão a ler isto? A sério? Se fosse eu já tinha desistido e estava a ver uma missa da Igreja do Templo Maior na TV Record ou então o High School Musical, versão Shakespear.
Foto: Pacific Coast News

Já agora. Só um pequeno aparte, afinal de contas é para isso que estou a teclar este blog:

Estou quase a acabar de escrever o livro. E esta é a parte fácil. Porque a seguir vem o momento chato: revisão. Só de pensar nisso acho que vou dar uso aos mails de Cialis que recebo. Pode ser que me animem.

Hoje a história do livro tomou um novo rumo. O Brasil vai ter uma importância fundamental no desenrolar da história.

PS Otite - “Já não tem otite, mas espere lá... deixe-me ver... pois é, tem uma perfuração no tímpano. Vamos esperar uns dias e ver como isto evoluiu. Se não fechar vai ter de ser operado” – diálogo do otorrino esta tarde comigo. “Mas veja as coisas pelo lado positivo. Pelo menos não está em tão mau estado como a Britney Spears nesta fotografia, em que parece o tronco de um carvalho com 200 anos”. Esta parte final não disse. Mas sinto que o meu ouvido está como o corpo dela.


PS2- Estou mais calmo. Acabei de ouvir a mensagem do Presidente. Passei o dia todo arreliado a pensar no que ia dizer. Tinha a secreta esperança que fosse revelar ser o filho perdido da Irmã Lúcia, e que o seu verdadeiro nome era Aníbal Cavaco Silva Lúcia. Afinal não. Causou-me algum desapontamento. Qual a vossa opinião?



Foto: Splash News


quarta-feira, 30 de julho de 2008

NO NO NO HÁ LIVRO NOVO


Recebi um mail do António Lobato Faria, director da Oficina do Livro. Ele não quer publicar o livro. Diz que eu sou uma desgraça para a espécie humana, e que se eu desaparecesse era capaz de provocar a paz no Darfur. *

*George Clooney bate à porta de minha casa, acompanhado pela fotografia da Amy Winehouse (não consigo perceber bem se é a Amy ou a menina do Exorcista com uma cabeleira).


NOT! O António ficou muito contente por estar a escrever um livro novo e diz para lhe mandar assim que tiver acabado. Sinto-me o Salgueiro Maia em cima da chaimite depois de ter deposto Marcello Caetano. "Grândola Vila Moreeeena. Terra de fraternidaaade. O povo é quem mais ooordeeeena. Grândola Vila Moreeeeeena"

Agora sim, tudo voltou a estar bem no mundo. A gasolina desceu 4 cêntimos e a Britney Spears decidiu emagrecer para não ter o eterno ar de grávida. O que falta mais para o mundo ser um lugar perfeito para se viver? Eu transformar-me num guerreiro viking com asas.


PS- O Comando Marítimo do Sul disse ontem que são proibidas massagens na praia, porque "toda a gente sabe como começam, mas ninguém sabe como acabam". O que é que ele sabe que eu não sei? De que massagens fala ele? Serão o lançamento de verão da Kinder Surpresa? Onde é que se pode receber essas massagens, que pelos vistos ele já deve ter recebido porque sabe do que fala, e que no final dão direito a brinde? É preciso tirar senha ou é fila única?

Foto: Bauer-Griffin

terça-feira, 29 de julho de 2008

EU QUERO SER A HANNAH MONTANA


O António Lobato Faria, director da Oficina do Livro, ainda não respondeu ao meu mail, onde dizia estar a escrever um novo livro. Se calhar não quer publicá-lo. Ai é?!

Se a Oficina do Livro não publicá-lo faço uma edição minha, ponho-me à porta do Pingo Doce a vendê-lo numa barraquinha e contrato o José Cid para arrumador de carros, enquanto canta o “Macaco gosta da banana”, acompanhado à guitarra pela Hannah Montana.*

* já me perdi nesta história. De qualquer maneira temos de relativizar os problemas. Há questões bem mais chocantes no mundo. Segundo o Correio da Manhã de hoje: "Aos 64 anos, Lili Caneças não exclui a hipótese de tirar a roupa e de posar nua."
Preciso de cegar. Alguma sugestão para além de olhar fixamente para o sol? Oh não! Quem pôs aqui esta fotografia da Madonna? Os braços! A cara!

Esperem. Esperem. Acabou de chegar um mail. Pode ser del... não, mais um mail a perguntar se eu quero aumentar o meu pénis.












Foto: NY Daily News

ONDE ESTÁ O MEU MAIL?


Sinto que a minha cabeça se transformou na atmosfera de Pequim. Não vejo a mais de 30 centímetros e os meus pulmões deitam lágrimas. Estou a pensar seriamente em pedir a alguns corredores da Volta a França que me dêem o nome do dealer de dopping.

Mandei um mail ao António Lobato Faria, director da Oficina do Livro, a dizer que tinha novo livro. Já passaram mais de dois dias e ainda não tive nenhuma resposta. Mau sinal. Muito mau.

Tenho de ter pensamento positivo. É isso. Ele não ter respondido é um bom sinal. Se não quisesse publicá-lo responderia de imediato: “não o conheço, e não me torne a incomodar, porque senão peço à ASAE para investigar as condições de higiene do seu mail.”

A verdade é que já não falo com o António há mais de um ano e já não publico nenhum livro há cerca de 2. Pelo menos foi o que a Wikipedia me disse, porque ando a fica muito esquecido. Creio serem os efeitos secundários do espectáculo que eu vi da Cicciolina em Portugal, há cerca de 20 anos.

Vamos rezar. Eu vou à IURD. Quem se oferece para ir à Adventista do Sétimo dia?

PS- A otite terminou, mas continuo com dores no ouvido. Ou tenho aqui dentro um alien ilegal ou então o ouvido precisa de ir ao bate chapas.


PS2- Obrigado pelos comentários que têm colocado no blog. Toca a passar a palavra a todos os vossos amigos para virem visitá-lo.

domingo, 27 de julho de 2008

ALÔ? DAQUI BATMAN


Este fim-de-semana ligou-me o Batman e perguntou-me se eu queria ir combater o crime com ele. Obviamente que desliguei o telefone na cara sem lhe responder nada.

Então o gajo está parvo?! O Batman não sabe que eu estou a escrever o livro?! Sempre desconfiei da relação dele com o mordomo. Constou-me que o mordomo é amigo do Bibi, e foi visto algumas vezes na Praça do Império, em Belém, dirigindo-se de seguida para as traseiras do Mosteiro dos Jerónimos.

Como é que podia ir combater o crime se passei o fim-de-semana todo a teclar o livro?! “Nos tempos livres” – teria o Batman respondido se não lhe tivesse desligado o telefone. O resto do tempo andei pela net a distribuir o trailer por todos os sites, excepto pornográficos e de bestialidades.

Agora quero feedback. Gostaram? Não gostaram? Deveria ter-me vestido com os calções verdes do Robin, o mini amigo gay do Batman? Ou teria tido mais sucesso se tivesse pintado as sobrancelhas de branco e fingido ser o Álavro Cunhal?


Quero mais comentários ao trailer. Toca a teclar.

sábado, 26 de julho de 2008

THE DAY AFTER


Chega! Chega! Não empurrem! Cuidado! Não pisem as minhas pestanas! Não obrigado, agora não quero uma fartura. Um carapau também não. Com licença deixem passar.

Se eu soubesse não tinha feito o trailer do livro. Hoje andei na rua e as pessoas praticamente pararam o trânsito em Belém apenas para tocarem em mim. Até africanos e brasileiros vieram de propósito a Portugal para me darem os parabéns. Às centenas. Só que eram envergonhados e desviavam logo o olhar. E a quantidade de câmaras de televisão que lá estavam para me filmar?! Nem mesmo no festival de Cannes se vê uma coisa assim. Como? Não era para mim? Era a Cimeira de Lisboa da CPLP? As pessoas não estavam lá à minha procura? Não queriam um autógrafo!? Então foi por isso que a uma certa altura chamaram os segurança para me barrar e deram-me uma coronhada no olho?!

Eu também não queria os parabéns de tantas pessoas. Um beijinho da minha avó é o suficiente.
Pronto, e de mais umas largas dezenas de vocês que viram o trailer e gostaram, dizendo, ainda, que eu sou o Ramos Horta da nova geração.


Daqui a umas semanas vem aí outra surpresa.

Agora vou mailar ao António Lobato Faria para lhe dizer que estou a escrever um novo livro. O António é o director da Oficina do Livro e já não falo com ele há mais de um ano. Provavelmente deve achar que fui raptado pelas FARC. Ou então quando receber o meu mail achará que é spam e faz delete automático. Isto claro se antes disso o anti-vírus não olhar para o meu mail e disser: “Olha olha. Deves pensar que aqui entras deves.”


sexta-feira, 25 de julho de 2008

ESTREIA MUNDIAL DO TRAILER 1


“I kissed a girl, And I liked it. (I liked it)”* (*o meu telefone toca)

A voz do outro lado: Francisco sou eu.


Eu: Outra vez tu Scarlett Johansson?! O que queres?

A voz do outro lado: Já te disse que quero sair contigo. Desde que vi o trailer do teu livro finalmente descobri que estou apaixonada por ti.

Eu: Agora é tarde demais. Quando saltei o portão de tua casa e tentei arrombar a porta chamaste a polícia, e agora queres estar comigo!?

A voz do outro lado: Desculpa, desculpa. Foi um erro. Se na altura já tivesse visto o trailer do teu novo livro nunca teria feito nada disso.

Eu: Tarde demais. A Charlize Theron ligou-me, mal viu o trailer, e agora vou tomar café com ela.

A voz do outro lado: Mas eu faço tudo por ti. Até aprendi português.

Eu: Na altura disse-te que era o Panda Kung Fu da escrita, mas tu não acreditaste. Por isso agora contenta-te com:

quinta-feira, 24 de julho de 2008

VÊM AÍ TRAILERS

Hoje tomei uma decisão que vai mudar o rumo da humanidade. Fará mesmo com que crianças de dois anos queiram armar-se com machados e juntem-se ao exército para combater as tropas marcianas quando vierem atacar-nos. E elas virão. É só uma questão de tempo.

Isto claro, já para não falar dos telefonemas que não param desde esta manhã por parte do Hugo Chavez que quer jantar comigo. Será que ele não percebe que um não é um não? Fogo.

Estão preparados? Vou fazer trailers para o próximo livro. Esta vai ser a notícia mais importante do dia. Irei ser entrevistado em todos os noticiários e... Como? Hoje não? Quem? A pequena Maddie voltou? Estava com o D.Sebastião? Ah, um livro sobre ela? Ninguém me irá convidar hoje para os noticiários? Um ex-inspector? E se meter uma cunha a Jesus? Sou amigo da Alexandra Solnado e de vez em quando faço perguntas e Ele responde-me. Não? De certeza?

Bom. De qualquer maneira dentro de dias, senão mesmo dentro de horas vai aparecer o primeiro trailer para o novo livro. Vai ser um épico de proporções semelhantes aos implantes da Cristina Aguilera*


* quem se sentir ofendido com a comparação, pense no terrorismo, no Ébola e nas crianças do Sudão com moscas a pousar nos lábios. Ah pois! Agora a comparação já não parece tão ofensiva e machista pois não?

Hoje sinto-me o Matthew McConaughey da escrita. Os abdominais das frases que estou a escrever no livro fariam por si só trazer a paz no mundo. Viram o que fiz? Isto sim é escrita merecedora de um prémio Nobel. O meu nome deveria aparecer em primeiro lugar em todas as buscas do Google.

Sinto-me um ninja com palavras. Neste último dia voltei a estar inspirado e bati o meu record de número de páginas tecladas num só dia: 13. O meu anterior era de 10, ou seja poderia estar presentes nos Jogos Olímpicos.

Quando escrevo desligo o telefone, a campainha e fecho todas as persianas. Se estou inspirado, só páro quando os neurónios precisam de ir para um jacuzzi recuperar. E foi o que me aconteceu ontem quando escrevi as 13 páginas.

Ao fim de 5 horas e meia seguidas a escrevê-las, senti algo parecido àquilo que se sente quando se snifa M&Ms.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Francisco namora com cursor

(-----------------------------------------) é assim que me sinto neste momento. As palavras foram alvo de um palavrasjacking, um primo em segundo grau do carjacking mas em versão moldava, depois de ter lido um comentário que me deixaram ao post de ontem.

Estou mais contente do que os sérvios quando souberam da prisão do Karadzic. Leiam e vejam se não tenho razão. Vem da Sofia, não lhe paguei para escrevê-lo nem a conheço, e podem lê-lo na integra nos comentários: ”Sou sua fã, pois qd li o seu primeiro livro fiquei fã e graças a si escolhi o nome para a minha filhota, pois no Splash!, se n me engano, havia uma Matilde e qd o li adorei e disse: "quando tiver uma filha este vai ser o nome dela", como tal: Obrigado Francisco, considere-se padrinho por afinidade da minha filhota!!!””

(------------------------------------ ) estou mesmo emocionado. Nota de mim para mim: não chores porque está calor e ficas desidratado e depois tens de ir para Santa Maria, ficar ao lado de um sem-abrigo com uma verruga com pus, e os dois não tomam banho há 3meses, e cheiram a cabrita montesa que esteve a correr e não fez a sua higiene.

Obrigado Sofia.

Só com este comentário era o suficiente para eu desejar tornar-me Médico Sem Fronteira e ir para África curar malária, quando recebo o comentário do Fábio Ventura: “ Nãaaaaaaoooooo!!! Nós queremos onomatopeias e pontos de exclamação em excesso!!! Acho que até vou criar uma petição online http://queremosonomatopeias.petitionsonline. com"

Ri-me tanto sozinho que quando vi uma ambulância passar pela janela pensei que os meus vizinhos tinham-na chamado para me levar para o Júlio de Matos. Imediatamente comecei a torcer para que em dois segundos me crescesse uma barba como a do Karadzic, mas nada. O que vale é que a ambulância não era para mim.

Obrigado a todos os têm mandado comentários. Eu que sou o Batman das lágrimas e combato o crime, nunca choro, mas fiquei emocionado.

Ontem e hoje a escrita do livro pareceu a fase da Britney Spears em que rapou o cabelo, raptou os filhos e atacou a imprensa com um guarda chuva.

Escrevi, apaguei, voltei a escrever e só pensava que se tivesse um treçolho, pelo menos tinha uma boa desculpa para não escrever. Mas não. Assim, estive à frente do computador e para além das interessantes conversas com o cursor, nada de mais consegui fazer.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Dia 2

Estou nervoso. Não do estilo “devo meter implantes nos lábios ou nas nádegas?”, mas aproxima-se do “se eu puser o meu braço dentro da jaula de um leão ele vai palitar os dentes com ele?”.

O meu blogue foi inaugurado ontem pelas 3 da manhã e hoje, sem ter avisado ninguém, já tinha comentários. Isto nem a Paris Hilton. Agora fico mesmo com a certeza que alguém lê o que escrevo.

Sempre estive convencido que era a minha mãe que comprava todos os livros e depois dava-os à Cáritas, para serem usados como cobertores pelos sem-abrigo, mas pelos vistos não. Há quem se dê ao trabalho de ler e de comentar na hora. Obrigado. Muito obrigado. Só que isso deixa-me nervoso. Estou com palpitações e suores frios. Agora sei o que o Karadzic sentiu quando foi preso. Tudo o que teclar aqui vai ser comentado no dia seguinte. Sinto-me a Nereida desnudada a tirar fotografias na praia. Ha! Aposto que o Karadzic nunca pensou ver o seu nome escrito no mesmo parágrafo que uma donzela desnudada e com celulite. É por estas e por outras que eu sou chamado o David Copperfield da escrita.

Quanto ao livro: desde que a inspiração de Deus se abateu sobre mim, confirmo que a Alexandra Solnado é uma sortuda por conseguir estar diariamente no messenger com Jesus. Eu já me contentava em falar com o segurança que recebe as pessoas às portas do céu.

Se um simples mail de Deus provocou esta onda de inspiração em mim, nem quero pensar no que poderia acontecer se fosse beber umas cervejas com ele.

A verdade é que já vou com 100 páginas escritas. Para comemorar tomei uma decisão. Daquelas que são um ponto de viragem na nossa vida. Assim estilo: o dia em que Cavaco Silva decidiu comer bolo rei à frente das câmaras de televisão.

A partir de hoje vou relatar tudo o que for acontecendo com a escrita do livro, até ao dia do seu lançamento.

Ora então vamos lá:

Novo livro. É uma história de amor. Sim, eu sei que se dissesse que era uma intriga policial passada na atlântida seria tão estranho como um Estrumpfe vermelho concorrer aos Jogos Olímpicos. Mas este livro é, de facto, diferente dos outros que escrevi:

1) Exterminei as onomatopeias. Ou seja, não vão ler mais os CUUUUUUUUUIDADO, SIIIIIIIIIIIIIIIIM, ADEEEEEEUUUUUSSS;
2) Pedi ajuda ao Irão e lançámos uns mísseis sobre os pontos de exclamação e de interrogação em excesso. Eu devia ir para o Guiness, por nalguns dos anteriores livros ter batido o recorde de pontos de exclamação e interrogação por página;
3) Estou com uma otite. Não tem nada a ver com o livro, mas ela pediu-me para ser falada. Aqui fica a minha homenagem a essa bela doença que faz com que o meu ouvido esteja em pior estado do que a Amy Winehouse

Olá

Bem vindos ao meu blog.

Estou emocionado. Estou de regresso a dar algumas informações sobre o que se passa com os meus livros.

Gostava que o meu regresso tivesse o impacto da entrevista do Vale e Azevedo à Sic, sendo de imediato chamado à presença de um juíz, mas contento-me escrevendo que estou de volta.

Passaram-se quase dois anos desde dei notícias de mim. Tanta coisa aconteceu de importante no mundo que nem sei por onde começar. A última vez que escrevi na net no Verão não chovia, a pequena Maddie ainda não tinha desaparecido e o meu site não tinha sido invadido pelas forças do mal de um hacker chamado DarkLOrD.

Provavelmente nesta altura, e se não são o DarkLOrD a tentar novamente dar cabo do site, devem estar a perguntar “Olha lá por onde é que andaste?” (isto claro aqueles que têm mais confiança comigo, os outros dirão “Olhe lá, por onde é que andou?”).

Podia dizer que tive febre dos fenos, ou que trabalhei como empregado na apanha da fruta em Espanha, tendo sido escravizado.

Mas não. Simplesmente não me apeteceu escrever. Estava farto. Os meus dedos tinham alergia ao teclado. Esta foi a versão oficial. Porque a verdade é que estava a combater o terrorismo e a arranjar uma cura para o cancro.

Há umas semanas transformei-me na Alexandra Solnado e também eu falei com Deus. Ou pelo menos com o seu secretário. Não sei bem qual era, porque não sou bom com caras.

E ele disse-me “Toma lá.” Enviou-me um mail. Perguntei se tinha vírus, ele disse que não, e eu acreditei porque afinal de contas vinha do céu.

Abri-o e fui invadido. Fui invadido pela inspiração. De imediato comecei a escrever. E tanto teclei que quando dei por mim, já tinha mais de meio livro escrito.

Estou aqui hoje para vos comunicar que vem aí novo livro.