Muito obrigado a todos pelos comentários que têm enviado por causa da sinopse do novo livro.
(já repararam como hoje este post começou de uma forma sóbria? Acho que estou a ficar um senhor, talvez mesmo senhor doutor, e quem sabe um senhor doutor engenheiro das letras e pontuação).
Há algo que possui o meu corpo (ainda não percebi se um espírito poltergeistiano, se uma carraça amiga do ambiente) e que me leva a querer compartilhar uma outra versão da sinopse de A Praia da Saudade.
Para dizer a verdade, já que não gosto de mentir, porque quem mente vai parar ao inferno e consta que no inferno o aquecimento global já começou há muito tempo… já me perdi.
Para dizer a verdade, já que não gosto de mentir, ainda não sei se a sinopse que irá entrar na contra-capa do livro vai ser a que foi aqui publicada na semana passada, se uma nova.
Olho para as duas com ternura. Deito-as na cama e tapo-as com uma colcha enquanto canto músicas da Hannah Montana.
Aqui fica a outra versão da sinopse. Qual preferem?
"Portugal, 1964. Salazar proibia a Coca-Cola, a censura amordaçava escritores e a PIDE prendia inocentes. Beatriz e Rodrigo apaixonam-se. Ela de educação católica e membro da Mocidade Portuguesa Feminina. Ele, um defensor da liberdade e crítico do regime.
Em plena ditadura havia apenas uma regra no que tocava às relações: não se apaixonar pela pessoa errada.
Quarenta e cinco anos mais tarde o neto de Rodrigo abre um cofre fechado durante décadas e encontra as cartas de amor trocadas entre os dois. Descobre a história de uma paixão impossível, que tentou sobreviver às pressões sociais de um país mergulhado nas trevas do regime salazarista.