quarta-feira, 4 de maio de 2011

FEIRA DO LIVRO 2011 - A REPORTAGEM

Pois é, estive na Feira do Livro no sábado passado. Quer dizer, estive mas não estive. Metade do meu corpo estava a assinar livros, a outra metade estava a ver quando é que tinha de ligar para o Nóe para ele trazer a arca e salvar-me do dilúvio que estava quase a chegar ao Parque Eduardo VII.

Ser levado numa enxurrada no Parque Eduardo VII e acabar esborrachado por um autocarro na rotunda do Marquês de Pombal não deve ser uma boa sensação. Se bem que, mesmo assim, deve ser melhor do que me implantarem um aparelho auditivo permanente para depois descobrir que afinal é um headphone e está em auto-repeat com as músicas do Justin Bieber.

Apesar de tudo saí de casa confiante. Com um colete anti-balas para me proteger de potenciais ataques de granizo, uma galochas com estampados da Milye Cyrus e sem guarda chuva. Achei que apesar de tudo era o objecto menos necessário. Porquê? Ainda tenho cabelo. Se fosse careca era mais chato porque poderia apanhar uma constipação.

Mal lá cheguei até estava sol. Enfim, sol com muitas nuvens pelo meio. Mas pelo menos via-se que era de dia. Até que subitamente começou a chover. Não foi bem uma chuva tipo duche. Não. Foi mais do género “O cano está roto, fujam porque a casa vai ficar inundada!!!!!!!!!!!”

Aqui fica a reportagem do que aconteceu.

A tarde começou sem chuva. Ainda bem (digo eu que não tenho terrenos agrícolas)


Até que... olha... serão lágrimas? Lágrimas não eram certamente, porque se fossem alguém morreria desidratado.







Quando chove na Feira do Livro, o que se faz? Tiram-se fotografias com maus enquadramentos.





Ora aí está mais uma.





Enviar um comentário