terça-feira, 31 de maio de 2011

Crónica de Margarida Rebelo Pinto sobre "O Fim da Inocência"

Crónica de Margarida Rebelo Pinto sobre "O Fim da Inocência"
Jornal Sol 27 Maio 2011




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segunda-feira, 16 de maio de 2011

FEIRA DO LIVRO 2011 - THE END.

Ontem foi o último dia da Feira do Livro. Havia tantas pessoas que se lá estivesse o Wally jamais alguém o encontraria, mesmo que vestisse camisola vermelho fluorescente com um alarme que não parasse de guinchar: “estou aqui! estou aqui! (ler estas frases com voz esganiçada).

Até chegar à mesa onde ia dar autógrafos disse a palavra “com licença” tantas vezes que se fosse um cartão de crédito estava sem tinta por excesso de uso.

Mas lá cheguei. E sentei-me e… cada vez que dou autógrafos fico sensibilizado. Sim, sensibilizado tipo ver uma bisneta a visitar a avó e dar-lhe um beijinho na bochecha.

E porquê?

Porque quando escrevo um livro nunca imagino como ele vai impactar as pessoas. Espero que gostem. Espero que sintam que o dinheiro foi um bom investimento. Mas nunca penso no que realmente pode provocar dentro delas. Ou seja, alguém gostar tanto de ler um livro meu que a leve a querer conhecer-me. E não alguém que me queira conhecer porque mora a 100 metros do Parque Eduardo VII e não tem nada melhor para fazer.

Não, pessoas que vêm de propósito da zona de Setúbal, do Algarve ou até do Porto. E isso deixa-me sensibilizado (cai lágima, engulo-a, saboreio-a…sabe bem).

Quero agradecer a todas as pessoas que foram às sessões de autógrafos na Feira do Livro deste ano (para além das que foram noutros dias, mas que me encontraram lá por acaso e pediram autógrafos na mesma). Umas já conhecia, outras foi a primeira vez. Foi um enorme prazer. Muito obrigado.

Quero também agradecer às pessoas da Leya que fizeram um excelente trabalho, sobretudo à minha querida editora Maria João Lourenço, à Rita Palma e à Elisabete Alonso.

Obrigado. Beijinhos e até para o ano.




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sexta-feira, 13 de maio de 2011

ENTREVISTA NA REVISTA VISÃO 13 Maio 2011

É pequeninha mas é fofinha. É tipo Gummy Bear com sabor a maracujá e trevos da sorte.
Aqui fica a micro-entrevista dada à revista Visão que saiu esta semana:



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quarta-feira, 11 de maio de 2011

2ª SESSÃO DE AUTÓGRAFOS - FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

Depois do dilúvio na minha 1ª sessão de autógrafos este ano, na Feira do Livro de Lisboa, decidi fazer um workshop com Moisés para aprender a separar as águas. Confesso que estava com alguma vontade que chovesse no dia da 2ª sessão de autógrafos para mostrar a minha nova habilidade… mas parece que afinal vai estar bom tempo. Por isso se, mesmo sabendo que não me vão ver a separar as águas, quiserem lá aparecer e receber um autógrafo, são muito bem-vindos. Domingo 15 às 17:00.


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terça-feira, 10 de maio de 2011

ENTREVISTA TVI 24 - Livraria ideal - 5 Maio

É bom ser entrevistado. Podia dizer “Ah não, a entrevista rouba a alma da arte, e eu sou um artista que não gosta de ser larapiado, por isso reservo o que fiz para mim e para os meus, sejam eles familiares, amigos ou animais de estimação.” Mas não. Gosto mesmo de ser entrevistado.

Acho graça quando as pessoas dizem que os vídeo-jogos alienam as crianças e os adolescentes porque são meios de entretenimento solitários. Mas… já viram algo mais solitário do que ler? Enquanto estou com um vídeo-jogo posso jogar ao mesmo tempo com alguém ou simplesmente com alguém a ver-me jogar e a comentarmos o que está a acontecer.

Já viram alguém ler ao mesmo tempo? Duas pessoas muito juntinhas a conseguirem ler ao mesmo ritmo? Ou, já viram alguém ler enquanto outro olha para ele e comentam o que está a ser lido? Eu ainda não.

Por isso, ler é das actividades mais solitárias que existe. O que não é forçosamente mau. E sobretudo, quando quero fecho o livro e estou com outras pessoas. O mesmo já não me acontece quando escrevo. Quando escrevo isolo-me do mundo. Se eu estiver a teclar um livro e houver um ataque atómico eu não saberei de nada. Só notarei que há um problema quando me olhar ao espelho e vir que a minha cara está deformada.

Por isso ter a oportunidade de falar sobre um livro que escrevi isoladamente é bom. Mais ou menos. Nem sempre é bom. É apenas bom quando à nossa frente tenho um entrevistador que realmente leu o livro. Que quando faz a pergunta “sobre o que fala este livro?” é apenas uma pergunta para as pessoas lá em casa que não saibam o tema e não para ele próprio estar a par.

Nem todos os entrevistadores se dão ao trabalho de ler um livro e fazerem perguntas realmente interessantes. É melhor não vos contar as coisas que já me perguntaram porque não quero que morram com um ataque de riso. E estou a falar literalmente. A língua agitava-se tanto que cometeria suicídio na garganta.

Ser entrevistado pelo João Paulo Sacadura, do programa Livraria Ideal, é como entrar nos Pasteis de Belém.

Ele leu os livros, entrevistas minhas dadas anteriormente, e sobretudo pensou no que vai perguntar.

Por isso, sempre que sou entrevistado por ele, e sempre que ele diz “Bom e por hoje é tudo” eu penso “Ele passou-se?! Já vai acabar o programa?! Ainda agora começou!!!". Mas a verdade é que passaram mesmo 25 minutos.

Gosto mesmo muito de ser entrevistado por ele. E isso nota-se nesta entrevista que foi para o ar na TVI 24 no dia 5 de Maio.




domingo, 8 de maio de 2011

:-)

Amo esta fotografia. São duas Joanas. Uma mora em Washington D.C. A outra em New Jersey. Conheceram-se por causa dos meus livros. Aqui estão elas em frente à casa do Obama. Amo esta fotografia. Mesmo! Muito! Mesmo!



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sexta-feira, 6 de maio de 2011

ENTREVISTA NA SIC - PROGRAMA "BOA TARDE" ABRIL 2011

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Tinha-me esquecido. Completamente. Podia dizer que o culpado era um asteróide que embatera com a minha cabeça e deixado todo o meu ser adormecido. Mas não, não foi nada disso que aconteceu. Simplesmente esqueci-me que colocar aqui o vídeo da minha ida à SIC, ao programa Boa Tarde no dia 12 de Abril

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

FEIRA DO LIVRO 2011 - A REPORTAGEM

Pois é, estive na Feira do Livro no sábado passado. Quer dizer, estive mas não estive. Metade do meu corpo estava a assinar livros, a outra metade estava a ver quando é que tinha de ligar para o Nóe para ele trazer a arca e salvar-me do dilúvio que estava quase a chegar ao Parque Eduardo VII.

Ser levado numa enxurrada no Parque Eduardo VII e acabar esborrachado por um autocarro na rotunda do Marquês de Pombal não deve ser uma boa sensação. Se bem que, mesmo assim, deve ser melhor do que me implantarem um aparelho auditivo permanente para depois descobrir que afinal é um headphone e está em auto-repeat com as músicas do Justin Bieber.

Apesar de tudo saí de casa confiante. Com um colete anti-balas para me proteger de potenciais ataques de granizo, uma galochas com estampados da Milye Cyrus e sem guarda chuva. Achei que apesar de tudo era o objecto menos necessário. Porquê? Ainda tenho cabelo. Se fosse careca era mais chato porque poderia apanhar uma constipação.

Mal lá cheguei até estava sol. Enfim, sol com muitas nuvens pelo meio. Mas pelo menos via-se que era de dia. Até que subitamente começou a chover. Não foi bem uma chuva tipo duche. Não. Foi mais do género “O cano está roto, fujam porque a casa vai ficar inundada!!!!!!!!!!!”

Aqui fica a reportagem do que aconteceu.

A tarde começou sem chuva. Ainda bem (digo eu que não tenho terrenos agrícolas)


Até que... olha... serão lágrimas? Lágrimas não eram certamente, porque se fossem alguém morreria desidratado.







Quando chove na Feira do Livro, o que se faz? Tiram-se fotografias com maus enquadramentos.





Ora aí está mais uma.