quinta-feira, 14 de agosto de 2008

CIGANOS ILEGAIS NO MEU OUVIDO

Acabei a primeira revisão do livro. À minha volta vejo anjos numa rave… nus… esperem aí… que posição é aquela?… perna para cima, rabo para a frente, cabeça de lado… tchiiii… se eles caem vai doe… cuidado!! cuidado!! eu avisei…. (desculpem este momento mas a minha cabeça é um Woodstock versão neurónios, depois de mais de uma semana a rever o livro).

Finalmente todos os capítulos já batem certos uns com os outros. Agora vou começar a segunda revisão: ler o livro todo de seguida, como se fosse um leitor.

PS Otite - Voltei ao otorrino. Tenho de compartilhar estes momentos porque a otite/tímpano furado acompanha-me desde os primeiros dias em que comecei a escrever o livro. Obriga-me a pôr todos os dias, quando tomo banho, uma toca à volta do ouvido, porque não pode entrar água. Não fiquem com essa imagem na cabeça porque pode causar sérias lesões neurológicas. Pensem já em coisas relaxantes… isso… no novo corte de cabelo do Nuno Rogeiro... com gel “Pois é, o buraco não fechou. Se calhar vai ter de ser operado. Fazemos o seguinte: deixamos passar o verão, e depois volta cá porque pode ser, e isso acontece raramente mas acontece, que feche” – disse-me o otorrino.
Oh não! Mais um mês a tomar banho com uma touca à volta do ouvido?! De certeza que não é algo mais simples do que o tímpano furado? Talvez possa ser uma família de ciganos da Quinta da Fonte que decidiu alojar-se no meu tímpano. Não? De certeza?
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