terça-feira, 12 de agosto de 2008

SOU O MICHAEL PHELPS DA ESCRITA



Esqueçam o meu pessimismo de ontem. Sou o Michael Phelps da escrita (mas sem o fato de banho justinho de ninja gay). Nado pelas palavras com a graciosidade de uma gazela num monte alentejano, tentado esquivar-se das ortigas.

Estou apaixonado pela história do livro. Sei que é um tique de José Sócrates estar apaixonado por uma coisa que faço e ainda por cima gabar-me disso, mas não consigo deixar de pensar que este livro é tão bom, que é desta que a Charlize Theron vai perceber que eu sou o homem da vida dela. Não Scarlett! Não te quero a ti! Larga-me. Vá lá não sejas chata. Sai daqui. Xôô.

Arranjar o nome das personagens para os livros é sempre complicado. Quando começo a escrevê-los normalmente arranjo o primeiro nome que me vem à cabeça e teclo. O problema é que como sei que não são os definitivos nunca faço grande esforço para me lembrar deles. Depois acabo por dar à mesma personagem 7 nomes diferentes ao longo da escrita. Mas hoje tomei a decisão que a personagem principal vai ter como nome final: Pedro.

Se tudo correr bem amanhã termino a primeira revisão. Claro que tudo vai correr bem. Bom… correr realmente bem só mesmo se eu me transformasse no Estádio Olímpico de Pequim. Aí sim, eu seria um homem feliz para a eternidade.

Ps Comentários – quero agradecer a todos os que enviaram ontem comentários a dar apoio nesta fase de revisão do livro. Sofia, Fábio e Rafeiro Perfumado… que Alá vos dê camelos e moedas de ouro que possam ir ao micro ondas. Quando a mim, deixo-vos uma fotografia do mais belo quadro de Picasso, a Guernica. Aqui está ele. Olhem bem para a sensibilidade do… mas?! O que é isto?! Quem me está a boicotar?! Quem pôs aqui esta fotografia do Simon Le Bom, dos Duran Duran, a jogar Flippers?!*

* benzo-me e tento rezar duas Avé Marias. “Avé? Salvé? Chulé?” Alguém sabe como é que começa?


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