sexta-feira, 13 de março de 2009

AS ORIGENS DA PRAIA DA SAUDADE - PARTE 7

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(continuação do post de quinta)

As origens de A PRAIA DA SAUDADE - parte 7

Quando escrevi FIM fiquei a olhar para o monitor como se fosse um espantalho. Não tinha absolutamente nenhuma reacção a não ser sentir a minha cara completamente encharcada em lágrimas.

Habitualmente, quando acabo de escrever um livro, quando escrevo FIM, danço sozinho durante uns segundos (por favor não contem nada a ninguém, fica só entre nós, não é um momento bonito ou que me orgulhe). Com A Praia da Saudade não conseguia obter a alegria de tê-lo acabado. Queria continuar a seguir a história daquelas personagens. Queria saber o que lhes teria acontecido.

Fui para a cama com uma estranha sensação de tristeza, misturada com o sentimento de ter escrito o meu melhor livro. Um livro diferente de todos os outros que escrevera. Se o Amei-te em Copacabana tinha sido diferente dos anteriores este ainda era mais. Uma história onde dedico mais tempo à construção das personagens, e onde a cada novo capítulo vai sendo mais difícil deixar de querer saber o que vem a seguir.

E assim surgiu A Praia da Saudade.

The End
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